Improviso operacional não sustenta
fintechs em 2025 mais
Improviso operacional não sustenta
fintechs em 2025 mais
Improviso operacional não sustenta fintechs em 2025 mais. O ano de 2025 marcou uma virada silenciosa, porém decisiva, no ecossistema fintech.
Não foi apenas um período de ajustes regulatórios ou de amadurecimento tecnológico.
Foi o ano em que ficou evidente que improviso operacional não sustenta fintechs quando a complexidade aumenta.
Modelos que sobreviveram nos primeiros anos começaram a apresentar fragilidades estruturais.
E o mercado, como um todo, passou a enxergar isso com mais atenção.
O improviso operacional raramente se apresenta como um erro explícito.
Ele aparece em sinais sutis, que se acumulam ao longo do tempo:
Falta de clareza sobre responsabilidades
Decisões críticas sem validação adequada
Dependência excessiva de pessoas específicas
Uso de dados sem governança definida
Ajustes constantes para resolver problemas imediatos
Isoladamente, esses fatores parecem administráveis.
Juntos, criam uma operação frágil, especialmente em ambientes regulados como o financeiro.
Em 2025, a publicação da Resolução Conjunta nº 16 reforçou algo que o mercado já vinha sinalizando.
A operação financeira precisa ser clara, rastreável e bem definida, especialmente nos modelos de Bank as a Service.
A norma deixou explícito que não há mais espaço para estruturas improvisadas, relações pouco transparentes ou responsabilidades difusas entre participantes da operação.
A partir desse ponto, improviso operacional deixou de ser apenas um risco interno. Passou a ser também um risco regulatório.
Outro aprendizado relevante de 2025 foi a mudança de postura de investidores, parceiros bancários e instituições reguladoras. A análise deixou de focar apenas no produto ou na proposta comercial.
A pergunta passou a ser outra: essa fintech consegue sustentar sua operação com controle, governança e previsibilidade?
Fintechs com improviso operacional evidente começaram a enfrentar barreiras. Já aquelas que investiram em estrutura ganharam mais autonomia, confiança e espaço para crescer.
O improviso operacional pode até funcionar em fases iniciais, quando o volume é baixo e a complexidade ainda é controlável. O problema surge quando a operação cresce sem a base adequada.
Nesse estágio, decisões deixam de ser estratégicas e passam a ser reativas. A empresa não escolhe o caminho. Ela apenas responde à pressão do dia a dia.
Em 2025, ficou claro que esse modelo não se sustenta.
Entrar em 2026 exige mais do que novos produtos ou metas ambiciosas.
Exige operações capazes de responder com clareza a perguntas fundamentais:
Onde estão os principais gargalos?
Quais decisões dependem de dados críticos?
Quem valida informações estratégicas?
Quais processos ainda existem por improviso?
Responder a essas perguntas é o primeiro passo para abandonar o improviso operacional e avançar em maturidade.
O principal aprendizado de 2025 foi simples e direto: improviso operacional não sustenta fintechs em ambientes complexos, regulados e em expansão.
Estrutura não é burocracia. É o que permite crescer com segurança, clareza e controle.
Fintechs que entenderam isso deixaram de apagar incêndios para construir operações mais sólidas. As que não entenderam carregaram riscos invisíveis para o próximo ciclo.
2026 não começa do zero. Ele herda tudo o que foi improvisado ou estruturado até aqui.